Por Mariana Oselame
Primeiro ele mandou construir uma grande maquete para convencer os integrantes da Comissão de Coordenação do Comitê Olímpico Internacional de que era uma boa transferir algumas instalações da Barra da Tijuca para a Zona Portuária. Então, ele mostrou o projeto para dois membros da comitiva que fica até sábado no Rio de Janeiro.
Diante da reação dos integrantes do grupo, ele resolveu recuar. Pôs a maquete embaixo do braço e não se atreveu a dar a sugestão à comissão. Porque com o COI não tem essa zona a que o Brasil é acostumado. Com o COI, caro prefeito Eduardo Paes, os acordos assinados devem ser cumpridos. Não tem mudança no meio do caminho, não tem alteração de última hora, não tem o “jeitinho brasileiro”.
É assim que se faz (ou deveria se fazer) um megaevento esportivo bem planejado e bem organizado, coisa que por aqui, infelizmente, ainda não é muito comum.







