
Ben Johnson pego por esteróides no caso mais famoso do atletismo mundoal na olímpiada de 1988.
A palavra que inicia esse post, ilustra bem o sentimento de todos aqueles que gostam, praticam, e trabalham com o atletismo sobre o momento em que diversos atletas são pegos em um exame antidoping e além de estarem suspensos por dois anos, desfalcarão a delegação brasileira no mundial de atletismo em Berlim, que é a competição esportiva mais importante do ano.
O esporte de alto rendimento é cruel em todas as suas faces, até mesmo no seu ápice que é a glória e o reconhecimento onde que grandes astros não conseguem exercer hábitos de pessoas normais; e dentro disso, há diversas variáveis que podem mexer com a cabeça; e conseqüentemente o caráter de um atleta como a tríade dinheiro, fama e reconhecimento.
Para minimizar os efeitos desses fatores é muito importante que se haja um trabalho mais importante que os treinos técnicos, táticos, e físicos e sim um trabalho psicológico onde o técnico deve explicar que antes de ser atleta há um cidadão responsável e comprometido com o meio social e a comunidade a qual representa e que faz parte; onde com a utilização de meios ilícitos, pode a colocar a perder todo o suporte que o sustenta; e pior que isso, comprometer terceiros causando prejuízos a pessoas que estavam competindo ‘limpas’.
Ninguém sabe ao certo quais foram às motivações que levaram a esses atletas a utilizarem dessas substâncias, mas a lição que fica é que dentro dessa “crise moral” em que vive a sociedade brasileira, é que devemos cultivar e não deixar que as nossas crianças desviem do caminho da verdade e da honestidade a troco de valores frívolos.







