Entre as minhas andanças na internet comecei a baixar alguns jogos do Roger Federer, e consegui um clássico dele contra outro mestre o Pete Sampras em Macau. E assistindo esse clássico é mais ou menos se fosse um confronto entre a Seleção Brasileira de 1970 contra a Seleção Brasileira de 1958.
Mas este nem é o ponto onde eu quero chegar, pois dizer que estes dois mestres são os maiores ícones do esporte seria mera redundância. Onde eu quero chegar é que o Tennis é um esporte onde mais do que concentração, técnica, ensina que há de se ter um espírito de cavalheirismo que não se tem na maioria das atividades esportivas de hoje; onde o objetivo é somente ganhar a qualquer custo (não vou entrar no mérito do esporte de alto rendimento, pois isso é outros quinhentos).
Mais do que vencer temos que ter consciência de que há outro ser humano do outro lado da quadra; e no nosso caso esta quadra é o respeito e a individualidade de cada um.
E da forma que o esporte nos ensina, devemos ser pessoas muito mais preocupadas com o meio no qual estamos inseridos, tomando atitudes de cavalheiros uns com os outros, ao invés de inserirmos em nossa redoma mesquinha de vontades (que erroneamente é chamada de individualismo por alguns) fazendo assim que tenhamos um distanciamento para a sociedade.








